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Como Funciona

Do resíduo ao composto.
Passo a passo.

Cinco etapas. Da separação na sua cozinha ao composto que volta à terra. Entenda cada passo do ciclo BioSinergia.

5 etapas
Método UFSC
CETESB certificado
Zero aterro
Foto · processo / leiras da usina
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Overview · 5 etapas
01
Separação
Você separa o orgânico com o equipamento da BioSinergia.
02
Coleta
Nossa frota busca semanalmente em até 400 km de Bauru.
03
Recepção
Os resíduos chegam à usina certificada em Bauru.
04
Compostagem
Leiras a 55°C+ eliminam patógenos. Método UFSC.
05
Composto
Composto Orgânico Classe IIA, 100% natural, 3 kg.
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Educativo · o que é orgânico
Antes de começar

O que é um
resíduo orgânico?

Resíduo orgânico é qualquer material de origem biológica que se decompõe naturalmente. Cascas, restos de alimentos, borra de café, guardanapos sujos de gordura: tudo isso é orgânico e pode virar composto.

O problema é que a maioria das pessoas mistura o orgânico com o lixo comum. Quando isso acontece, o resíduo vai para o aterro sanitário, onde não se decompõe corretamente e gera gases de efeito estufa. A separação na fonte muda esse destino.

Aceitos
Cascas e sobras de frutas, legumes e verduras
Restos de alimentos pré e pós-preparo
Borra de café, sachês de chá
Podas e resíduos de plantas e varrição
Grãos, massas e farinhas vencidos
Guardanapos e papel toalha com gordura
Não aceitos
Plástico, vidro, metal ou embalagens
Óleos puros em grande quantidade
Materiais não orgânicos misturados
Saco de lixo convencional: não é necessário
Foto · tipos de resíduos orgânicos
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Mais de 50% do lixo urbano é orgânico. Separá-lo corretamente é o primeiro passo para sair do aterro.

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Etapas detalhadas
01
Etapa 01
Separação
na fonte

Você não precisa fazer nada complicado. Basta separar os resíduos orgânicos do lixo comum e colocá-los no recipiente fornecido pela BioSinergia. Não é necessário usar saco de lixo.

Para residências e condomínios, fornecemos baldinhos domésticos. Para o setor comercial, disponibilizamos bombonas de 50 litros, dimensionadas para o volume de restaurantes, padarias, mercados e hotéis.

Baldinho doméstico Bombona 50 L Sem saco de lixo
Foto · baldinho doméstico e bombona 50 L
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02
Etapa 02
Coleta
semanal

Nossa frota de 4 carretas realiza coletas semanais em um raio de até 400 km de Bauru. Clientes comerciais e industriais têm agendamento flexível, adaptado ao horário de funcionamento do seu negócio.

Cada coleta é registrada e rastreada. Para grandes geradores, o Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR) é emitido via SIGOR-CETESB a cada retirada. Conformidade documental desde o primeiro quilo.

4 carretas ativas Até 400 km de Bauru MTR emitido na coleta
Foto · carreta de coleta em operação
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Etapa 03
Recepção
na usina

Os resíduos chegam à nossa usina em Bauru, onde passam por triagem e preparação para as leiras. Materiais estruturantes como palha e serragem são adicionados para equilibrar a relação carbono/nitrogênio e criar a arquitetura ideal para a decomposição.

A usina é regularmente licenciada e inspecionada pela CETESB. Toda movimentação é registrada no sistema SIGOR, garantindo rastreabilidade do peso recebido ao lote de composto gerado.

Usina licenciada CETESB Triagem na entrada SIGOR integrado
Foto · recepção dos resíduos na usina
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Etapa 04
Compostagem
termofílica

Utilizamos o Método UFSC: leiras estáticas com aeração passiva. A arquitetura da leira, com camadas de materiais estruturantes, cria condições ideais para bactérias termofílicas elevarem a temperatura acima de 55°C.

Essa temperatura elimina patógenos e acelera a decomposição de forma segura. O processo ocorre em três fases: inicial, ativa e maturação — com duração total entre 90 e 120 dias.

Método UFSC Acima de 55°C 90 a 120 dias Zero patógenos
0°C 30°C 60°C 90°C 55°C INICIAL FASE ATIVA MATURAÇÃO ~75°C VARIAÇÃO DE TEMPERATURA NAS LEIRAS
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Etapa 05
Composto
Orgânico Classe IIA

O resultado final do ciclo é o Composto Orgânico Classe IIA: fertilizante 100% natural, sem aditivos químicos, certificado e pronto para uso. Embalado em sacos de 3 kg, é ideal para hortas, jardins, flores e agricultura.

O composto é o fechamento do ciclo: o resíduo que sairia para o aterro volta à terra como nutriente. Cada tonelada compostada evita a emissão de gases de efeito estufa que ocorreriam no aterro sanitário.

Classe IIA · ABNT NBR 10004 100% natural Sacos de 3 kg Sem aditivos químicos
Foto · Composto Orgânico 3 kg embalado
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Método UFSC · técnico
Por dentro da ciência

Por que o Método UFSC
é diferente?

A compostagem termofílica com aeração passiva foi desenvolvida e validada pela Universidade Federal de Santa Catarina. A chave está na montagem das leiras: camadas alternadas de resíduo úmido com materiais estruturantes secos (palha, serragem) criam uma arquitetura que permite a circulação de ar sem necessidade de reviramento mecânico.

Com oxigênio disponível e equilíbrio de carbono e nitrogênio, as bactérias termofílicas entram em ação e elevam a temperatura da pilha naturalmente acima de 55°C. Essa temperatura não é apenas um indicador de atividade biológica: é a barreira que elimina patógenos, sementes de plantas daninhas e ovos de parasitas, tornando o composto seguro para uso agrícola.

Fase inicial
40–60°C

Microrganismos mesófilos iniciam a decomposição. Temperatura sobe rapidamente.

7 a 14 dias
Fase ativa
55–90°C

Bactérias termofílicas dominam. Patógenos eliminados. Decomposição intensa.

Até 90 dias
Maturação
Estável

Macroorganismos formam húmus. Temperatura estabiliza. Composto pronto.

30+ dias
Foto · estrutura da leira na usina
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Estrutura da leira
Cobertura de palha seca (topo)
Resíduos orgânicos úmidos
Serragem e material estruturante
Barreira de palha (base)

A alternância de camadas úmidas e secas garante aeração passiva sem necessidade de reviramento mecânico.

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Documentação · rastreabilidade
Cada coleta documentada

Rastreabilidade total,
do primeiro ao último quilo.

Não basta compostar. É preciso provar. Para grandes geradores, a documentação é obrigatória pela legislação. Para todos os clientes, é a garantia de que o resíduo teve o destino correto.

Documento 01
MTR · Manifesto de Transporte de Resíduos

Emitido via SIGOR-CETESB a cada coleta. Registra o tipo de resíduo, o volume coletado, o responsável pela coleta e o destino. Obrigatório para grandes geradores pela Lei 7.124/2018.

Via SIGOR · CETESB
Documento 02
CDF · Certificado de Destinação Final

Confirma que o resíduo chegou à destinação correta e foi processado. Enviado ao cliente após cada ciclo de compostagem concluído. Base para relatórios de ESG e auditorias ambientais.

Enviado ao cliente
Relatório mensal
Relatório de Destinação ESG

Consolidação mensal de todos os MTRs e CDFs do cliente. Inclui volume total coletado, destino dos resíduos e indicadores de impacto ambiental. Utilizado em auditorias, relatórios anuais e conformidade ESG.

Relatório ESG incluso
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FAQ técnico
Dúvidas técnicas

Perguntas sobre
o processo.

As dúvidas mais comuns sobre como a compostagem funciona e o que esperar de cada etapa.

Falar com a equipe
Quanto tempo leva para o resíduo virar composto?
O ciclo completo de compostagem leva entre 90 e 120 dias, dependendo do volume e da composição dos resíduos. A fase ativa (com alta temperatura) dura cerca de 90 dias, seguida de pelo menos 30 dias de maturação. Durante todo esse período, a leira é monitorada para garantir que o processo ocorra corretamente.
O composto gera mau cheiro durante o processo?
Quando o processo é conduzido corretamente, o odor é mínimo. A barreira de palha seca no topo da leira funciona como filtro natural. Um odor forte pode indicar desequilíbrio na relação carbono/nitrogênio, que é corrigido com adição de material seco. A fase de maturação não apresenta odor significativo.
Posso colocar carne e laticínios na bombona?
Sim, em quantidades razoáveis e misturados com outros resíduos. Carnes, laticínios e ovos são orgânicos e compostáveis. O Método UFSC, com temperaturas acima de 55°C, é eficaz na decomposição desses materiais. O importante é não colocar grandes quantidades de um único material sem outros resíduos balanceados.
O composto final é seguro para uso em hortas de alimentos?
Sim. O Composto Orgânico Classe IIA é classificado conforme a ABNT NBR 10004 e atende aos parâmetros de segurança para uso em solo e culturas. A classificação IIA indica que o material passou por análises de metais pesados, patógenos e outros indicadores de qualidade. É adequado para hortas, pomares, jardins e uso agrícola em geral.
O que acontece com os resíduos que não podem ser compostados?
Na triagem da usina, materiais não orgânicos eventualmente presentes são separados e encaminhados para a destinação correta (reciclagem ou rejeito). A BioSinergia não pode processar materiais inorgânicos, por isso a separação na fonte é tão importante. Quanto mais limpo o resíduo orgânico, mais eficiente é o processo.
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tem um destino melhor que o aterro.

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